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Journaling ao sabor de uma tisana e do fluir da minha alma

Sabia que a escrita solta, sem tema, sem foco nos permite libertar tudo o que está dentro de nós!?

 

 

A vida, a nossa rotina está cheia de momentos que nos limitam, que nos retém, que nos sobrecarregam e que nos stressam e, nestes momentos, precisamos simplesmente de estar com nós próprios e desabafar tudo o que está cá dentro. A prática de journaling, escrita solta, é uma prática terapêutica, de libertação interior, um ato de autocuidado e de autodescoberta.

 

Eu descobri desde a adolescência que a prática de escrita solta, de deixar a caneta deslizar sem pensar no que vou escrever, no que estou a escrever, sem preocupações, sem julgamentos, sem crenças limitadoras, liberta-me e sinto uma sensação de leveza e de conexão interior com muito respeito, amor e gratidão pelo processo e pelo momento.

Desde, então, que prático esta técnica de autoexpressão e de autorreflexão.

 

Hoje convido-a/o a descobrir esta maravilhosa viagem através da técnica de journaling ao seu interior com uma chávena de tisana à sua escolha.

 

 

Nesta viagem introspetiva de autocuidado, preparo sempre uma tisana, aquela que a minha alma escolhe como necessária para o momento, pego na minha caneta, no meu caderno e sento-me na minha varanda, o meu refúgio junto da natureza. Abro o meu caderno, coloca a caneta na página em branco, respiro fundo, aprecio a natureza, pego na minha chávena de tisana, inspiro o seu aroma, fecho os meus olhos, inspiro e expiro e saboreio a minha tisana. Volto a abrir os meus olhos, pego na minha caneta e simplesmente permito-a deslizar no papel. É um momento em que a caneta ganha asas, as palavras fluem pelo papel, libertando tudo o que está dentro de mim, é um momento de desabafo da minha alma e de puro autoconhecimento. 

É um momento em que só a minha alma, a minha tisana e a minha escrita se fundem, se libertam e se preenchem.



 

Nesta viagem plena de beleza e de imperfeição ao meu interior, crio tempo para mim, acalmo o meu ser, relaxo o meu corpo e redescubro a minha verdadeira essência.

Nesta prática intuitiva, escrevo tudo o que vem à mente, esqueço as regras gramáticas, esqueço a pontuação, esqueço a lógica e o sentido do que escrevo e fluo ao sabor da minha alma e da minha tisana.

Uno-me ao todo que me rodeia e ao fluxo do meu diálogo interior num momento de puro amor próprio, elevo a minha autoestima e nutre-me com muita leveza e com muito amor.


Com gratidão,

Cátia Santos

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