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A Paz que Nasce da Gratidão

Há momentos em que tudo o que a vida nos pede é isto:


Parar. Respirar. Sentir.


Ao final de um dia cheio, deixo que o corpo abrande

e permito-me simplesmente existir.

Observo a natureza, o seu fluir constante,

o modo como tudo se transforma sem pressa —

e lembro-me que também eu faço parte deste ciclo.

 (Imagem gerada com a ajuda da tecnologia OpenAI)
 (Imagem gerada com a ajuda da tecnologia OpenAI)

Segurar uma tisana quente entre as mãos,

sentir o aroma que sobe no ar,

deixar que o corpo se entregue ao descanso…


É pura leveza na alma.

É puro amor no coração.


E é tão maravilhoso parar por um momento

e usufruir da beleza que me rodeia diariamente.


Permitir-me deixar tudo vir ao de cima,

dar espaço às emoções,

e desfrutar da minha própria companhia.


Porque tudo na vida tem um propósito,

o seu tempo,

o seu momento.


A gratidão nasce exatamente aqui —

neste estar presente, neste abrir do coração.


E assim, ao final do dia,

paro e agradeço.


Aprecio a noite, os seus sons, o seu descanso.

Sinto o aroma suave da minha tisana,

o calor da chávena entre as mãos,

e deixo que Paz d’Alma me embale.


Saboreio cada gole,

como quem abraça o próprio coração.


Porque a gratidão transforma.

A presença cura.

E a paz interior floresce sempre que a alma encontra silêncio.


Assim, a mente acalma-se no aroma das flores de alfazema,

o meu ser sossega no abraço suave da erva-cidreira,

o corpo relaxa com a verbena,

e os meus olhos fecham-se ao sabor tranquilo da lúcia-lima.


Agradeço o dia cheio de bênçãos

e deixo-me embalar numa noite serena,

tranquila e profundamente reparadora.


Com gratidão,

Cátia Santos

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